segunda-feira, 29 de agosto de 2016

“O silêncio da noite” (01/08/2016)

Ó céus,
Quando voltará a estar sobre minha cabeça?
Quando essa personificação de Atlas terá fim?
Pelos caminhos que me arrasto há saídas?

A esperança que me enviou não me distraí
O sonho que me acordou sempre se desfaz
A vontade.....desapareceu e não volta mais

Ó céus, como me cansa!
Esses dias que só empilham promessas
Os desprazeres dessa cobrança
Essa angústia que não tem pressa

A verdade que me contam é crua
É meu próprio corpo que é inércia pura
A felicidade está perto, mas está muda

Ass: Danilo Mendonça Martinho



2 comentários:

  1. Melancolia. Me pareceu ser a palavra-chave desse poema.

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  2. É preciso aliviar as costas do que encobre a vista.

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