segunda-feira, 1 de outubro de 2012

“Não há regras” (25/09/2012)

Era um sinal de boa sorte
A chuva na manhã do encontro
Escolheu sua melhor roupa
Não tirou o sorriso nem no banho
Abriu a porta para esperança
O passo incerto e o resto do corpo coragem

A mesma chuva o outro não sonhou
Estragava seu penteado e planos
Pensou em não ir, saiu na última hora
Não conseguiu disfarçar a insatisfação
Abriu a porta do carro para partir
A mão certa lhe segurou e o resto do corpo se entregou

Ass: Danilo Mendonça Martinho

Um comentário:

  1. O tempo certo, nunca é nosso, apenas estamos presentes.

    Abraços poeta

    ResponderExcluir