quinta-feira, 29 de setembro de 2011

“Pleonasmo Vicioso” (06/09/2011)

Vivo nesse abismo
A beira de tantos corpos
Nos desencontramos
Busco um sinal do recíproco
Uma verdade no âmago
A utopia de ver além do corpo
Os outros buscam rotas de fuga
Ninguém quer ser sincero
Nem mesmo no silêncio
Somos almas labirinto
Presos em nossas seguranças
Sinto-me andando entre vazios

Não há coração que não pulse
Não há vida que não grite
Não há corpo que não reaja
Enjoa-me essas máscaras
O mundo raso nos condena
Incapazes de encontrar
Um olhar que veja

Ass: Danilo Mendonça Martinho

9 comentários:

  1. Buscar os "tambéns" em um mundo de "poréns".
    Adorei.

    Beijos!

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  2. O mundo está à margem. Muitos olham, mas poucos conseguem ver.
    É preciso de um olhar que seja capaz de enxergar para além do que se mostra.

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  3. Só os fortes são sinceros, senão não suportariam a verdade que ela aflora.

    Abraços

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  4. Danilo, amei!
    Extremamente autentico.
    "Enjoa-me essas máscaras
    O mundo raso nos condena
    Incapazes de encontrar
    Um olhar que veja"

    Parabéns,

    Luana Barcelos

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  5. Olá! Sou um dos autores do livro Ventos Poéticos. Deixo aqui o link do meu blog. sintam-se à vontade para seguir e comentar.
    http://cafesemsal.blogspot.com/

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  6. O toque do outro é o que retoca na gente...

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